Segunda, 12 de Abril de 2021 03:39
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EUA: polícia identifica agente e motorista mortos em ataque

Policial atropelado estava há 18 anos na corporação; seu colega que se feriu no atropelamento está fora de perigoqu

02/04/2021 19h00
Por: Redação Fonte: R7
William Evans trabalhava na Polícia do Capitólio desde 2003 - (Foto: Polícia do Capitólio / Divulgação)
William Evans trabalhava na Polícia do Capitólio desde 2003 - (Foto: Polícia do Capitólio / Divulgação)

A Polícia do Capitólio dos EUA divulgou a identidade do agente que morreu após ser atropelado em um ataque à sede do Congresso do país, em Washington, na tarde desta sexta-feira (2). O motorista do veículo, que não sobreviveu após ser baleado por outros agentes, também foi identificado.

Leia também: Polícia alerta sobre plano de nova invasão ao Capitólio dos EUA

O oficial que perdeu a vida se chama William Evans e estava na corporação há 18 anos, sua última função tinha sido como socorrista. A Polícia do Capitólio não divulgou mais detalhes sobre ele. O suspeito se chama Noah Green e tinha 25 anos. O segundo policial que ficou ferido segue internado, mas fora de risco, e não teve a identidade revelada.

No ataque, ele jogou o carro contra Evans e outro policial e parou em uma das barricadas que foram montadas ao redor do Congresso desde a invasão do dia 6 de janeiro. Em seguida, ele desceu do veículo e tentou atacar outros agentes com uma faca e, nesse momento, foi baleado. Os três feridos foram levados para hospitais da capital, mas Evans e Green não resistiram.

O presidente dos EUA, Joe Biden, que estava fora de Washington por causa do feriado, decretou luto, mandou as bandeiras serem hasteadas a meio mastro e mandou condolências à família do oficial. "Sabemos que esse tem sido um tempo difícil para o Capitólio, para todos que trabalham lá e para quem trabalha na sua proteção", disse ele.

Evans foi o quarto oficial da Polícia do Capitólio a perder a vida por conta de ataques este ano. Brian Sicknick, morreu após ser espancado durante a invasão do prédio do Congresso dos EUA por apoiadores do ex-presidente Donald Trump. Outros dois agentes da corporação, traumatizados pela violência, acabaram se suicidando dias depois.

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